Os chefes da diplomacia europeia ainda estão a discutir em Bruxelas que dose de pressão devem pôr sobre a Rússia para a forçar a retirar as tropas da Crimeia, região autónoma da Ucrânia de maioria russófona. Moscovo, por seu turno, acusa Washington de ter voltado a falar a língua da “guerra fria”. Pelo meio, Barroso anunciou uma cimeira extraordinária para “muito em breve”. A SIC avança que será nesta quinta-feira.
Os ministros europeus dos Negócios Estrangeiros deverão aprovar nesta segunda-feira, 3 de Março, uma declaração onde ameaçam aplicar a Moscovo sanções “limitadas e especificamente dirigidas” caso a Rússia não retire os soldados enviados na passada sexta-feira para Crimeia, região autónoma da Ucrânia de maioria russófona.
Os chefes da diplomacia da União Europeia continuam reunidos em Bruxelas, mas segundo avança o “Financial Times” o texto final deverá também contemplar uma ameaça de embargo de armas, embora em termos mais suaves do que os desejados pelos países do Leste da UE, essencialmente os que têm fronteiras com a Rússia, como é o caso da Polónia.
“Existe uma clivagem clara entre os países do Leste que defendem uma ameaça de embargo na venda de armas e os do ocidente que querem suavizar a ameaça de sanções e emitir simplesmente uma declaração condenatória”, explica o correspondente do FT em Bruxelas, segundo o qual o resultado mais provável é que, deste encontro, saia uma ameaça de sanções limitadas e dirigidas que, na história da UE, significam normalmente o congelamento de contas bancárias de figuras gradas do regime.
Pelo meio, Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, anunciou nesta segunda-feira a realização de uma cimeira extraordinária para “muito em breve”. A SIC avança que será já nesta quinta-feira.
Entretanto, Moscovo voltou a protestar contra os Estados Unidos, considerando que John Kerry voltou a falar a língua da guerra fria, quando avisou o presidente Vladimir Putin que pode não ter a (cimeira do) G8 em Sochi, e que a Rússia "pode mesmo não continuar no seio do G8 se isto continuar". Indiferente à pressão do Ocidente, Moscovo deu um ultimato às forças ucranianas responsáveis pelo controlo das fronteiras na Crimeia para que se submetam, até ao fim da tarde de hoje, 3 de Março, à autoridade das forças russas que entraram no território na sexta-feira.
Os chefes da diplomacia da União Europeia continuam reunidos em Bruxelas, mas segundo avança o “Financial Times” o texto final deverá também contemplar uma ameaça de embargo de armas, embora em termos mais suaves do que os desejados pelos países do Leste da UE, essencialmente os que têm fronteiras com a Rússia, como é o caso da Polónia.
“Existe uma clivagem clara entre os países do Leste que defendem uma ameaça de embargo na venda de armas e os do ocidente que querem suavizar a ameaça de sanções e emitir simplesmente uma declaração condenatória”, explica o correspondente do FT em Bruxelas, segundo o qual o resultado mais provável é que, deste encontro, saia uma ameaça de sanções limitadas e dirigidas que, na história da UE, significam normalmente o congelamento de contas bancárias de figuras gradas do regime.
Pelo meio, Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, anunciou nesta segunda-feira a realização de uma cimeira extraordinária para “muito em breve”. A SIC avança que será já nesta quinta-feira.
Entretanto, Moscovo voltou a protestar contra os Estados Unidos, considerando que John Kerry voltou a falar a língua da guerra fria, quando avisou o presidente Vladimir Putin que pode não ter a (cimeira do) G8 em Sochi, e que a Rússia "pode mesmo não continuar no seio do G8 se isto continuar". Indiferente à pressão do Ocidente, Moscovo deu um ultimato às forças ucranianas responsáveis pelo controlo das fronteiras na Crimeia para que se submetam, até ao fim da tarde de hoje, 3 de Março, à autoridade das forças russas que entraram no território na sexta-feira.
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