Desde que dívidas familiares deixaram de contar para a atribuição de bolsas, 1.500 alunos já viram ser aceites os seus pedidos.
Perto de 1.500 alunos do ensino superior que viram o seu pedido de apoio social no início do ano lectivo ser rejeitado por causa das dívidas dos pais passaram a ter direito a esse apoio depois da alteração das regras de atribuição de bolsas de acção social.
A informação foi avançada esta terça-feira pelo “DN” que cita o secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes. O governante frisa que este número representa apenas 3% do total de 60 mil bolseiros, “um número pequeno, mas importante”.
Até Janeiro, as dívidas do agregado familiar impediam os alunos de receberem apoios do Estado. A regra foi contestada pelos estudantes, através das suas associações, pelos partidos da oposição e até pelo Provedor da Justiça. O Governo acabou por alterar o regulamento.
Assim, os estudantes que tinham visto o apoio ser recusado receberão a bolsa com retroactivos e quem não se tinha candidatado pôde fazê-lo no início do ano.
A informação foi avançada esta terça-feira pelo “DN” que cita o secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes. O governante frisa que este número representa apenas 3% do total de 60 mil bolseiros, “um número pequeno, mas importante”.
Até Janeiro, as dívidas do agregado familiar impediam os alunos de receberem apoios do Estado. A regra foi contestada pelos estudantes, através das suas associações, pelos partidos da oposição e até pelo Provedor da Justiça. O Governo acabou por alterar o regulamento.
Assim, os estudantes que tinham visto o apoio ser recusado receberão a bolsa com retroactivos e quem não se tinha candidatado pôde fazê-lo no início do ano.
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