Investidores continuam de olhos postos no evoluir da situação na Ucrânia.
PSI 20 7.369,50 (+2,5%)Na recta final da sessão a bolsa portuguesa está muito perto de anular as fortes quedas registadas na sessão de ontem. A principal fonte de pressão compradora continua a ser a banca. A nível empresarial a única novidade relevante foi a revisão em alta do programa de investimentos da Galp Energia até 2018.
Euro Stoxx 50 (+2,32%)Os principais índices de acções europeus também procuram recuperar os máximos de seis anos em que negociavam antes da crise na península da Crimeia. A sessão fica também marcada por uma redução da volatilidade que ontem registara a maior subida desde Agosto de 2011.
S&P 500 (+1,06%)Sem surpresa, Wall Street arrancou dominada por algum apetite por risco. Não só pelo aliviar das tensões geopolíticas na Ucrânia mas também por notícias empresariais relevantes. A Qualcomm aumentou o seu dividendo e a Apple anunciou que terá novo CFO em Setembro - Luca Maestri substitui o histórico Peter Oppenheimer.
Taxa a dez anos 4,833% (-0,042)O risco de Portugal segue em baixa ligeira em todas as maturidades numa altura em que a dispensa de um programa cautelar parece estar a ganhar força. Ontem Durão Barroso disse existirem condições para uma saída limpa. E hoje os estrategas do HSBC também apostaram que Portugal vai copiar o pós-troika irlandês.
Brent 109,22$ (-1,8%)Perante o desvanecer do risco de perturbações da oferta - a Rússia é o maior exportador mundial de energia -, os preços do petróleo recuavam de máximos de cinco meses em Nova Iorque. O Bank of America estima que o preço do ‘brent' poderá subir em dez dólares na reacção a eventuais restrições no Mar Negro que parecem agora menos prováveis.
Iene 102$ (-0,5%)O mercado cambial continua a mostrar a tendência inversa à que vingou ontem: as divisas de refúgio, caso do iene e do franco suíço, seguem pressionadas pela menor aversão ao risco, que beneficia por seu turno o rublo russo e o zloty polaco.
PSI 20 7.369,50 (+2,5%)Na recta final da sessão a bolsa portuguesa está muito perto de anular as fortes quedas registadas na sessão de ontem. A principal fonte de pressão compradora continua a ser a banca. A nível empresarial a única novidade relevante foi a revisão em alta do programa de investimentos da Galp Energia até 2018.
Euro Stoxx 50 (+2,32%)Os principais índices de acções europeus também procuram recuperar os máximos de seis anos em que negociavam antes da crise na península da Crimeia. A sessão fica também marcada por uma redução da volatilidade que ontem registara a maior subida desde Agosto de 2011.
S&P 500 (+1,06%)Sem surpresa, Wall Street arrancou dominada por algum apetite por risco. Não só pelo aliviar das tensões geopolíticas na Ucrânia mas também por notícias empresariais relevantes. A Qualcomm aumentou o seu dividendo e a Apple anunciou que terá novo CFO em Setembro - Luca Maestri substitui o histórico Peter Oppenheimer.
Taxa a dez anos 4,833% (-0,042)O risco de Portugal segue em baixa ligeira em todas as maturidades numa altura em que a dispensa de um programa cautelar parece estar a ganhar força. Ontem Durão Barroso disse existirem condições para uma saída limpa. E hoje os estrategas do HSBC também apostaram que Portugal vai copiar o pós-troika irlandês.
Brent 109,22$ (-1,8%)Perante o desvanecer do risco de perturbações da oferta - a Rússia é o maior exportador mundial de energia -, os preços do petróleo recuavam de máximos de cinco meses em Nova Iorque. O Bank of America estima que o preço do ‘brent' poderá subir em dez dólares na reacção a eventuais restrições no Mar Negro que parecem agora menos prováveis.
Iene 102$ (-0,5%)O mercado cambial continua a mostrar a tendência inversa à que vingou ontem: as divisas de refúgio, caso do iene e do franco suíço, seguem pressionadas pela menor aversão ao risco, que beneficia por seu turno o rublo russo e o zloty polaco.
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