Pressão vendedora sobre as acções europeias condicionou a evolução da bolsa nacional.
O principal índice accionista português terminou a última sessão da semana a cair 0,53% para 7.475,07 pontos, influenciado sobretudo pela pressão vendedora que dominou as cotações europeias.
A Cofina, que ontem apresentou resultados anuais, foi uma das poucas excepções ao subir 1,89% para 0,64 euros, o melhor desempenho no PSI 20.
A REN, que a partir de Abril terá Rui Vilar como CEO, avançou 1,27% para 2,88 euros no dia em que o Diário Económico noticiou que os últimos 11% que o Estado detém na eléctrica devem ser vendidos em bolsa no segundo trimestre.
Apesar do deslize de hoje o saldo final da semana é positivo para o PSI 20 em 1,29% - foi a quinta semana consecutiva a valorizar.
A maioria dos principais índices de acções europeus fechou a cair mais de 1%, castigada sobretudo pelo mau desempenho do sector de cuidados de saúde.
Nem o novo máximo intradiário do S&P 500 nem a criação de emprego nos EUA acima do previsto conseguiram animar as acções europeias.
Outro factor muito citado pelos traders para explicar a aversão ao risco é o receio que a Rússia corte o fornecimento de gás à Ucrânia.
O principal índice accionista português terminou a última sessão da semana a cair 0,53% para 7.475,07 pontos, influenciado sobretudo pela pressão vendedora que dominou as cotações europeias.
A Cofina, que ontem apresentou resultados anuais, foi uma das poucas excepções ao subir 1,89% para 0,64 euros, o melhor desempenho no PSI 20.
A REN, que a partir de Abril terá Rui Vilar como CEO, avançou 1,27% para 2,88 euros no dia em que o Diário Económico noticiou que os últimos 11% que o Estado detém na eléctrica devem ser vendidos em bolsa no segundo trimestre.
Apesar do deslize de hoje o saldo final da semana é positivo para o PSI 20 em 1,29% - foi a quinta semana consecutiva a valorizar.
A maioria dos principais índices de acções europeus fechou a cair mais de 1%, castigada sobretudo pelo mau desempenho do sector de cuidados de saúde.
Nem o novo máximo intradiário do S&P 500 nem a criação de emprego nos EUA acima do previsto conseguiram animar as acções europeias.
Outro factor muito citado pelos traders para explicar a aversão ao risco é o receio que a Rússia corte o fornecimento de gás à Ucrânia.
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