07-03-2014- 15:30H
Dados do empregos nos EUA fazem crer que Fed irá manter política de corte de estímulos. Dólar e 'yields' da dívida pública em alta.
BCP 0,2129€ (0,76%)
As acções do BCP registam a terceira melhor performance do índice, numa sessão vermelha para a bolsa nacional e para as congéneres europeias. Depois de ontem terem disparado mais de 7%, as acções continuam a beneficiar das expectativas de que o Governo dê o seu aval à transformação dos impostos diferidos da banca em créditos fiscais. Uma medida que beneficiaria principalmente o BCP pois ajudaria a reembolsar os fundos estatais usados na sua recapitalização.
STOXX 50 3.120 pontos (-0,77%)As bolsas europeias agravaram as perdas desta manhã, pressionadas pelo sector de cuidados de saúde. Em causa estão as perspectivas de crescimento das receitas e dos lucros das empresas europeias, essenciais para sustentar as recentes subidas dos índices.
S&P 500 1.879 pontos (0,14%)O índice de referência para os EUA avança ao início da sessão e prepara-se para somar a segunda semana consecutiva de ganhos. No entanto o sector das ‘utilities' e também dos cuidados de saúde, tal como na Europa, está a estancar uma maior progressão do índice.
‘Treasuries' 10 anos 2,802% (0,063)A ‘yield' dos títulos de dívida pública norte-americana, que serve de referência para os mercados mundiais, avançam ao início da tarde. Os dados sobre o número de novos empregos criados em Fevereiro, e que foram divulgados há pouco, saíram acima das expectativas dos analistas, o que trouxe optimismo aos investidores sobre a recuperação da maior economia do mundo.
Dólar 103 ienes (0,35%)O dólar norte-americano está a cotar no valor mais elevado em seis semanas frente ao iene. Os dados do emprego norte-americano fazem crer que a Reserva Federal continuará a sua política de corte de estímulos à economia, as quais tendem a desvalorizar a moeda.
Cobre 310$ (-3,6%)O cobre bate hoje mínimos de 15 semanas, à medida que o primeiro incumprimento na China lança receios de que o aumento de dívidas entre as empresas do gigante asiático provoque uma queda na procura por parte do maior consumidor mundial.
Dados do empregos nos EUA fazem crer que Fed irá manter política de corte de estímulos. Dólar e 'yields' da dívida pública em alta.
BCP 0,2129€ (0,76%)
As acções do BCP registam a terceira melhor performance do índice, numa sessão vermelha para a bolsa nacional e para as congéneres europeias. Depois de ontem terem disparado mais de 7%, as acções continuam a beneficiar das expectativas de que o Governo dê o seu aval à transformação dos impostos diferidos da banca em créditos fiscais. Uma medida que beneficiaria principalmente o BCP pois ajudaria a reembolsar os fundos estatais usados na sua recapitalização.
STOXX 50 3.120 pontos (-0,77%)As bolsas europeias agravaram as perdas desta manhã, pressionadas pelo sector de cuidados de saúde. Em causa estão as perspectivas de crescimento das receitas e dos lucros das empresas europeias, essenciais para sustentar as recentes subidas dos índices.
S&P 500 1.879 pontos (0,14%)O índice de referência para os EUA avança ao início da sessão e prepara-se para somar a segunda semana consecutiva de ganhos. No entanto o sector das ‘utilities' e também dos cuidados de saúde, tal como na Europa, está a estancar uma maior progressão do índice.
‘Treasuries' 10 anos 2,802% (0,063)A ‘yield' dos títulos de dívida pública norte-americana, que serve de referência para os mercados mundiais, avançam ao início da tarde. Os dados sobre o número de novos empregos criados em Fevereiro, e que foram divulgados há pouco, saíram acima das expectativas dos analistas, o que trouxe optimismo aos investidores sobre a recuperação da maior economia do mundo.
Dólar 103 ienes (0,35%)O dólar norte-americano está a cotar no valor mais elevado em seis semanas frente ao iene. Os dados do emprego norte-americano fazem crer que a Reserva Federal continuará a sua política de corte de estímulos à economia, as quais tendem a desvalorizar a moeda.
Cobre 310$ (-3,6%)O cobre bate hoje mínimos de 15 semanas, à medida que o primeiro incumprimento na China lança receios de que o aumento de dívidas entre as empresas do gigante asiático provoque uma queda na procura por parte do maior consumidor mundial.
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