sábado, 8 de março de 2014

Dólar continua a ganhar força

07-03-2014- 15:30H

Dados do empregos nos EUA fazem crer que Fed irá manter política de corte de estímulos. Dólar e 'yields' da dívida pública em alta.
BCP 0,2129€ (0,76%)
As acções do BCP registam a terceira melhor performance do índice, numa sessão vermelha para a bolsa nacional e para as congéneres europeias. Depois de ontem terem disparado mais de 7%, as acções continuam a beneficiar das expectativas de que o Governo dê o seu aval à transformação dos impostos diferidos da banca em créditos fiscais. Uma medida que beneficiaria principalmente o BCP pois ajudaria a reembolsar os fundos estatais usados na sua recapitalização.

STOXX 50 3.120 pontos (-0,77%)As bolsas europeias agravaram as perdas desta manhã, pressionadas pelo sector de cuidados de saúde. Em causa estão as perspectivas de crescimento das receitas e dos lucros das empresas europeias, essenciais para sustentar as recentes subidas dos índices.

S&P 500 1.879 pontos (0,14%)O índice de referência para os EUA avança ao início da sessão e prepara-se para somar a segunda semana consecutiva de ganhos. No entanto o sector das ‘utilities' e também dos cuidados de saúde, tal como na Europa, está a estancar uma maior progressão do índice.

‘Treasuries' 10 anos 2,802% (0,063)A ‘yield' dos títulos de dívida pública norte-americana, que serve de referência para os mercados mundiais, avançam ao início da tarde. Os dados sobre o número de novos empregos criados em Fevereiro, e que foram divulgados há pouco, saíram acima das expectativas dos analistas, o que trouxe optimismo aos investidores sobre a recuperação da maior economia do mundo.

Dólar 103 ienes (0,35%)O dólar norte-americano está a cotar no valor mais elevado em seis semanas frente ao iene. Os dados do emprego norte-americano fazem crer que a Reserva Federal continuará a sua política de corte de estímulos à economia, as quais tendem a desvalorizar a moeda.

Cobre 310$ (-3,6%)O cobre bate hoje mínimos de 15 semanas, à medida que o primeiro incumprimento na China lança receios de que o aumento de dívidas entre as empresas do gigante asiático provoque uma queda na procura por parte do maior consumidor mundial.

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