(12:34h)
As empresas com maior exposição ao mercado russo estão hoje a registar fortes perdas.
PSI 20 (-2,38%)
Os 20 títulos que compõem o PSI estão hoje a negociar abaixo da linha de água. O BCP lidera as perdas ao cair mais de 4%. Lisboa recua assim de máximos de 2011 alcançados na passada sexta-feira.
Frankfurt (-3,05%)
A bolsa alemã é a que mais cai, mas nenhuma das principais praças europeias consegue hoje escapar às perdas pressionadas pelo agravar da maior tensão geopolítica desde a queda do muro de Berlim. Apesar dos dados que revelam que a produção industrial na zona euro continua a melhorar.
Carlsberg (-6,6%)
As empresas com maior exposição ao mercado russo estão hoje a registar fortes perdas. A Carlsberg, dona da maior cervejeira russa Baltika, é o rosto destas quedas. Os receios de que a Rússia pode vir a enfrentar um isolamento económico estão a pressionar a bolsa de Kiev que já perdeu hoje um décimo do seu valor.
S&P 500 (-0,050)Os mercados norte-americanos não deverão escapar à maré vermelha. Os futuros de Wall Street apontam para uma abertura em baixa.
Rublo (-2,9%)
A moeda russa bateu novamente mínimos de sempre. O agravar da crise levou o banco central da Rússia a aumentar as taxas de juros em 1,5 pontos percentuais, para 7%, depois de o rublo ter afundado.
Trigo (+5%)
As matérias primas registam a maior valorização em 6 meses. Os receios de uma quebra na produção de milho e trigo - de que a Ucrânia é um dos principais produtores mundiais - fizeram hoje disparar as cotações. Os preços do petróleo beneficiam pela mesma razão do aumento da tensão entre a Ucrânia e a Rússia, o maior exportador de energia do mundo. O ouro está a funcionar igualmente como um activo de refúgio.
As empresas com maior exposição ao mercado russo estão hoje a registar fortes perdas.
PSI 20 (-2,38%)
Os 20 títulos que compõem o PSI estão hoje a negociar abaixo da linha de água. O BCP lidera as perdas ao cair mais de 4%. Lisboa recua assim de máximos de 2011 alcançados na passada sexta-feira.
Frankfurt (-3,05%)
A bolsa alemã é a que mais cai, mas nenhuma das principais praças europeias consegue hoje escapar às perdas pressionadas pelo agravar da maior tensão geopolítica desde a queda do muro de Berlim. Apesar dos dados que revelam que a produção industrial na zona euro continua a melhorar.
Carlsberg (-6,6%)
As empresas com maior exposição ao mercado russo estão hoje a registar fortes perdas. A Carlsberg, dona da maior cervejeira russa Baltika, é o rosto destas quedas. Os receios de que a Rússia pode vir a enfrentar um isolamento económico estão a pressionar a bolsa de Kiev que já perdeu hoje um décimo do seu valor.
S&P 500 (-0,050)Os mercados norte-americanos não deverão escapar à maré vermelha. Os futuros de Wall Street apontam para uma abertura em baixa.
Rublo (-2,9%)
A moeda russa bateu novamente mínimos de sempre. O agravar da crise levou o banco central da Rússia a aumentar as taxas de juros em 1,5 pontos percentuais, para 7%, depois de o rublo ter afundado.
Trigo (+5%)
As matérias primas registam a maior valorização em 6 meses. Os receios de uma quebra na produção de milho e trigo - de que a Ucrânia é um dos principais produtores mundiais - fizeram hoje disparar as cotações. Os preços do petróleo beneficiam pela mesma razão do aumento da tensão entre a Ucrânia e a Rússia, o maior exportador de energia do mundo. O ouro está a funcionar igualmente como um activo de refúgio.
Sem comentários:
Enviar um comentário