Banca voltou a concentrar pressão compradora, perante queda do risco do país.
O PSI 20, o principal índice português, avançou hoje 0,98% para os 7.641,78 pontos, atingindo o nível mais elevado desde Maio de 2011, um mês depois do pedido de ajuda financeira aos parceiros internacionais.
Os juros nacionais registam hoje nova jornada de alívio, tendência que se mantém há uma semana, com a taxa a 10 anos a negociar abaixo de 4,5%. Com isto, o sector da banca, o mais sensível a variações no risco do soberano, foi que o mais valorizou hoje: o BCP disparou outra vez para cotar nos 0,2345 euros e o Banif somou outros 3,3%.
"O BCP continua imparável, a fazer novos máximos consecutivamente, este ano. A acção do BCP reage sempre com mais intensidade às notícias, uma vez que tem um beta elevado, sejam elas positivas ou negativas", referiu Carla Santos, gestora da XTB Portugal.
A gestora de activos acrescentou que: "As notícias sobre Portugal e sobre o sector bancário têm sido bastante favoráveis e têm conduzido ao bom desempenho da acção. Hoje a notícia de que a banca está a reduzir a dependência face ao BCE e a revisão em alta do PIB português, está a ser bem percepcionada pelos investidores e a levar a novo impulso no activo."
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o PIB nacional subiu 0,6% no quarto trimestre face aos três meses anteriores e 1,7% em relação ao trimestre homólogo, valores que foram revistos em alta face às primeiras estimativas.
Com a crise na Ucrânia a dominar atenções, os mercados europeus pouco beneficiaram dos bons dados das exportações da Alemanha, o motor da economia do euro. O DAX 30 de Frankfurt ganhou 0,35%, enquanto o CAC 40 de Paris perdeu 0,53%.
O parlamento da Crimeia declarou a indepência da região, numa altura em que o governo ucraniano mobilizou as tropas para defender as fronteiras do país. O presidente deposto alertou para o risco de uma guerra civil na Ucrânia, enquanto que a Rússia enfrenta possíveis sanções da parte da União Europeia.
O PSI 20, o principal índice português, avançou hoje 0,98% para os 7.641,78 pontos, atingindo o nível mais elevado desde Maio de 2011, um mês depois do pedido de ajuda financeira aos parceiros internacionais.
Os juros nacionais registam hoje nova jornada de alívio, tendência que se mantém há uma semana, com a taxa a 10 anos a negociar abaixo de 4,5%. Com isto, o sector da banca, o mais sensível a variações no risco do soberano, foi que o mais valorizou hoje: o BCP disparou outra vez para cotar nos 0,2345 euros e o Banif somou outros 3,3%.
"O BCP continua imparável, a fazer novos máximos consecutivamente, este ano. A acção do BCP reage sempre com mais intensidade às notícias, uma vez que tem um beta elevado, sejam elas positivas ou negativas", referiu Carla Santos, gestora da XTB Portugal.
A gestora de activos acrescentou que: "As notícias sobre Portugal e sobre o sector bancário têm sido bastante favoráveis e têm conduzido ao bom desempenho da acção. Hoje a notícia de que a banca está a reduzir a dependência face ao BCE e a revisão em alta do PIB português, está a ser bem percepcionada pelos investidores e a levar a novo impulso no activo."
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o PIB nacional subiu 0,6% no quarto trimestre face aos três meses anteriores e 1,7% em relação ao trimestre homólogo, valores que foram revistos em alta face às primeiras estimativas.
Com a crise na Ucrânia a dominar atenções, os mercados europeus pouco beneficiaram dos bons dados das exportações da Alemanha, o motor da economia do euro. O DAX 30 de Frankfurt ganhou 0,35%, enquanto o CAC 40 de Paris perdeu 0,53%.
O parlamento da Crimeia declarou a indepência da região, numa altura em que o governo ucraniano mobilizou as tropas para defender as fronteiras do país. O presidente deposto alertou para o risco de uma guerra civil na Ucrânia, enquanto que a Rússia enfrenta possíveis sanções da parte da União Europeia.
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