(12:30h)
Pressão compradora sobre as acções europeias parece ter aumentado após a conferência de imprensa de Vladimir Putin.
PSI 20 7.331,11 pontos (+1,97%)
A praça portuguesa continua sintonizada com a recuperação europeia e segue agora com todas as cotadas em alta. A banca, o sector mais castigado pelo ‘sell off' de ontem, lidera hoje nas subidas. Já a Galp, que anunciou uma revisão em alta do seu plano de investimentos, apresenta uma das subidas mais tímidas. A pressão compradora parece ter intensificado após a conferência de imprensa de Putin.
Euro Stoxx 50 (+2,24%)Os índices de acções europeus mantêm os ganhos avultados depois de Vladimir Putin ter descartado uma intervenção armada na Ucrânia, que só admite como medida de "último recurso", e de ter ordenado o fim dos exercícios militares em Leninegrado. A principal montra de acções russa também segue em forte alta. Em qualquer dos casos porém, as subidas não cobrem por enquanto os tombos sofridos ontem.
S&P 500 (1,053%)O mercado de futuros aponta para uma abertura positiva de Wall Street. Além do aliviar da tensão na Ucrânia, boas notícias na frente empresarial - a Glencore Xstrata reviu em alta as sinergias da fusão com a Xstrata e os resultados da Beiersdorf, produtora dos cremes Nivea, bateram as estimativas - devem contribuir para o apetite por risco.
Taxa a dez anos 4,837% (-0,038%)O menor aversão ao risco nos mercados penaliza as obrigações soberanas europeias tidas como mais seguras, casos da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Finlândia. Já o risco português continua em baixa ligeira. Entretanto, Moscovo voltou a cancelar uma emissão de dívida prevista para amanhã devido à escala das ‘yields' russas.
Euro 1,3760$ (+0,18%)O mercado cambial continua a ser conduzido por eventos geopolíticos. O rublo russo e o zloty polaco são as divisas mais animadas pelo aliviar da tensão na Ucrânia. No reverso da medalha, as moedas que ontem serviram de refúgio, como o iene japonês, estão hoje pressionadas. Já o euro segue pouco alterado frente ao dólar norte-americano.
Trigo 6,24$ (+1,6%)O alqueire de trigo, que tem na Ucrânia um dos seus maiores exportadores, corrige hoje da maior subida em quase dois anos. Pelos mesmos motivos, os preços dos futuros sobre o gás natural sofrem a maior queda em 11 meses no mercado londrino. Os investidores estão a assumir um risco menor de perturbações na oferta.
Pressão compradora sobre as acções europeias parece ter aumentado após a conferência de imprensa de Vladimir Putin.
PSI 20 7.331,11 pontos (+1,97%)
A praça portuguesa continua sintonizada com a recuperação europeia e segue agora com todas as cotadas em alta. A banca, o sector mais castigado pelo ‘sell off' de ontem, lidera hoje nas subidas. Já a Galp, que anunciou uma revisão em alta do seu plano de investimentos, apresenta uma das subidas mais tímidas. A pressão compradora parece ter intensificado após a conferência de imprensa de Putin.
Euro Stoxx 50 (+2,24%)Os índices de acções europeus mantêm os ganhos avultados depois de Vladimir Putin ter descartado uma intervenção armada na Ucrânia, que só admite como medida de "último recurso", e de ter ordenado o fim dos exercícios militares em Leninegrado. A principal montra de acções russa também segue em forte alta. Em qualquer dos casos porém, as subidas não cobrem por enquanto os tombos sofridos ontem.
S&P 500 (1,053%)O mercado de futuros aponta para uma abertura positiva de Wall Street. Além do aliviar da tensão na Ucrânia, boas notícias na frente empresarial - a Glencore Xstrata reviu em alta as sinergias da fusão com a Xstrata e os resultados da Beiersdorf, produtora dos cremes Nivea, bateram as estimativas - devem contribuir para o apetite por risco.
Taxa a dez anos 4,837% (-0,038%)O menor aversão ao risco nos mercados penaliza as obrigações soberanas europeias tidas como mais seguras, casos da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Finlândia. Já o risco português continua em baixa ligeira. Entretanto, Moscovo voltou a cancelar uma emissão de dívida prevista para amanhã devido à escala das ‘yields' russas.
Euro 1,3760$ (+0,18%)O mercado cambial continua a ser conduzido por eventos geopolíticos. O rublo russo e o zloty polaco são as divisas mais animadas pelo aliviar da tensão na Ucrânia. No reverso da medalha, as moedas que ontem serviram de refúgio, como o iene japonês, estão hoje pressionadas. Já o euro segue pouco alterado frente ao dólar norte-americano.
Trigo 6,24$ (+1,6%)O alqueire de trigo, que tem na Ucrânia um dos seus maiores exportadores, corrige hoje da maior subida em quase dois anos. Pelos mesmos motivos, os preços dos futuros sobre o gás natural sofrem a maior queda em 11 meses no mercado londrino. Os investidores estão a assumir um risco menor de perturbações na oferta.
Sem comentários:
Enviar um comentário