(09:03h)
A maior parte das praças do Velho Continente negoceia no verde após uma sessão negativa para os mercados asiáticos.
As bolsas europeias recuperaram das perdas do início da sessão. As acções do Velho Continente estão a resistir à divulgação de uma quebra inesperada nas exportações chinesas, que conduziu a uma sessão negativa nos mercados asiáticos.
O mercado nacional também acompanha os ganhos, com o PSI 20 a subir 0,45% para 7508,43, o valor mais alto desde Junho de 2011. Madrid e Milão também negoceiam em alta, com ganhos de quase 0,5%. Paris avança 0,56% e Londres ganha 0,09%.
A bolsa alemã é das poucas que não conseguem acompanhar os ganhos. O DAX cede 0,31%, penalizado pelas notícias negativas vindas de alguns dos mercados para os quais as empresas alemãs mais exportam.
"Os números da China, em conjunto com novas notícias de tensões renovadas na Crimeia, colocaram os mercados accionistas na defensiva. A Alemanha está a ser mais penalizada porque é uma nação exportadora com vastos interesses tanto na Europa Central como na China", referiu, citado pela Reuters, o responsável pela área de ‘research' do BNP Paribas Fortis, Philipe Gijsels.
As exportações chinesas tiveram uma quebra de 18% em Fevereiro, o que compara com as estimativas de crescimento de 7% que o mercado estava a incorporar. Estes dados aumentaram os receios sobre a segunda maior economia do mundo e provocaram descidas acentuadas das bolsas asiáticas. O índice que reúne as 300 maiores empresas chinesas, o CSI 300, cedeu mais de 3% e fechou no nível mais baixo desde Fevereiro de 2009. As quedas estenderam-se ainda à bolsa japonesa, que cedeu mais de 1%.
Eurogrupo na mira dos investidores
Além de terem de digerir os dados negativos vindos da Ásia, os investidores europeus estarão atentos aos desenvolvimentos dos mercados europeus. Hoje serão divulgados os índices de produção industrial de Espanha, Itália e França. E, além disso, a reunião do Eurogrupo marcada para o início da tarde também está a concentrar atenções.
No encontro dos ministros das Finanças da zona euro deverão ser discutidos temas como o mecanismo único de resolução dos bancos e também a situação financeira e económica na Grécia. Antes da reunião, os títulos do sector bancário dão sinais positivos. O índice europeu do sector avança 0,52%, com os bancos da periferia a registarem as maiores subidas. O espanhol Banco Popular avança 3,53% e o Unicredit ganha 2,56%. A banca portuguesa também está em destaque, com o BES a avançar 1,84% e o BCP a ganhar 1,33%.
As acções destes dois bancos são as que mais sobem no PSI 20 e compensam a descida de quase 1% da Jerónimo Martins e de 0,25% da EDP. Além da banca, também a Galp está a dar força ao índice. A petrolífera avança 0,41%. Já a REN sobe 0,14% antes de mostrar resultados, agendados para depois do fecho da sessão.
A maior parte das praças do Velho Continente negoceia no verde após uma sessão negativa para os mercados asiáticos.
As bolsas europeias recuperaram das perdas do início da sessão. As acções do Velho Continente estão a resistir à divulgação de uma quebra inesperada nas exportações chinesas, que conduziu a uma sessão negativa nos mercados asiáticos.
O mercado nacional também acompanha os ganhos, com o PSI 20 a subir 0,45% para 7508,43, o valor mais alto desde Junho de 2011. Madrid e Milão também negoceiam em alta, com ganhos de quase 0,5%. Paris avança 0,56% e Londres ganha 0,09%.
A bolsa alemã é das poucas que não conseguem acompanhar os ganhos. O DAX cede 0,31%, penalizado pelas notícias negativas vindas de alguns dos mercados para os quais as empresas alemãs mais exportam.
"Os números da China, em conjunto com novas notícias de tensões renovadas na Crimeia, colocaram os mercados accionistas na defensiva. A Alemanha está a ser mais penalizada porque é uma nação exportadora com vastos interesses tanto na Europa Central como na China", referiu, citado pela Reuters, o responsável pela área de ‘research' do BNP Paribas Fortis, Philipe Gijsels.
As exportações chinesas tiveram uma quebra de 18% em Fevereiro, o que compara com as estimativas de crescimento de 7% que o mercado estava a incorporar. Estes dados aumentaram os receios sobre a segunda maior economia do mundo e provocaram descidas acentuadas das bolsas asiáticas. O índice que reúne as 300 maiores empresas chinesas, o CSI 300, cedeu mais de 3% e fechou no nível mais baixo desde Fevereiro de 2009. As quedas estenderam-se ainda à bolsa japonesa, que cedeu mais de 1%.
Eurogrupo na mira dos investidores
Além de terem de digerir os dados negativos vindos da Ásia, os investidores europeus estarão atentos aos desenvolvimentos dos mercados europeus. Hoje serão divulgados os índices de produção industrial de Espanha, Itália e França. E, além disso, a reunião do Eurogrupo marcada para o início da tarde também está a concentrar atenções.
No encontro dos ministros das Finanças da zona euro deverão ser discutidos temas como o mecanismo único de resolução dos bancos e também a situação financeira e económica na Grécia. Antes da reunião, os títulos do sector bancário dão sinais positivos. O índice europeu do sector avança 0,52%, com os bancos da periferia a registarem as maiores subidas. O espanhol Banco Popular avança 3,53% e o Unicredit ganha 2,56%. A banca portuguesa também está em destaque, com o BES a avançar 1,84% e o BCP a ganhar 1,33%.
As acções destes dois bancos são as que mais sobem no PSI 20 e compensam a descida de quase 1% da Jerónimo Martins e de 0,25% da EDP. Além da banca, também a Galp está a dar força ao índice. A petrolífera avança 0,41%. Já a REN sobe 0,14% antes de mostrar resultados, agendados para depois do fecho da sessão.
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