O lucro da Estradas de Portugal (EP), entidade que gere a rede de auto-estradas, caiu para 15 milhões de euros em 2013.
Trata-se de uma redução de 59,4% face aos 37 milhões de euros registados em 2012.
Face a este desempenho o presidente da empresa, António Ramalho, considerou esta tarde em conferência de imprensa que o resultado líquido foi "marginalmente positivo" e admitiu que é "significativamente inferior" ao do ano passado.
De acordo com António Ramalho, o EBITDA atingiu os 503 milhões de euros, menos 6% face ao ano transacto.
O presidente da EP fez questão de salientar que "o fardo" da empresa para o contribuinte reduziu em 54% nos últimos cinco anos, sendo que em 2013 situou-se em 275 milhões de euros, contra os anteriores 408 milhões de euros.
Perante esta redução, António Ramalho não tem dúvidas que a EP "conseguiu o seu melhor ano de sempre, reduzindo a despesa a cargo dos contribuintes para 275 milhões de euros". Para esta redução contribuíram as receitas resultantes do crescimento das portagens e da estabilização da Contribuição de Serviço Rodoviário (CSR).
Outro dado positivo que António Ramalho destacou resulta do aumento das receitas com portagens, sem IVA, que subiram 13% para 240 milhões de euros, indicador que atinge os 290 milhões de euros com o imposto.
O gestor considerou ainda que em 2013 "se fechou um ciclo de redução de encargos" que trouxe rentabilidade e sustentabilidade à Estradas de Portugal.
Trata-se de uma redução de 59,4% face aos 37 milhões de euros registados em 2012.
Face a este desempenho o presidente da empresa, António Ramalho, considerou esta tarde em conferência de imprensa que o resultado líquido foi "marginalmente positivo" e admitiu que é "significativamente inferior" ao do ano passado.
De acordo com António Ramalho, o EBITDA atingiu os 503 milhões de euros, menos 6% face ao ano transacto.
O presidente da EP fez questão de salientar que "o fardo" da empresa para o contribuinte reduziu em 54% nos últimos cinco anos, sendo que em 2013 situou-se em 275 milhões de euros, contra os anteriores 408 milhões de euros.
Perante esta redução, António Ramalho não tem dúvidas que a EP "conseguiu o seu melhor ano de sempre, reduzindo a despesa a cargo dos contribuintes para 275 milhões de euros". Para esta redução contribuíram as receitas resultantes do crescimento das portagens e da estabilização da Contribuição de Serviço Rodoviário (CSR).
Outro dado positivo que António Ramalho destacou resulta do aumento das receitas com portagens, sem IVA, que subiram 13% para 240 milhões de euros, indicador que atinge os 290 milhões de euros com o imposto.
O gestor considerou ainda que em 2013 "se fechou um ciclo de redução de encargos" que trouxe rentabilidade e sustentabilidade à Estradas de Portugal.
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