O PIB português cresceu 1,7% nos últimos três meses do ano, um valor que revê em alta o inicialmente reportado. As famílias aumentaram o seu consumo pela primeira vez desde 2010.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou esta terça-feira, 11 de Março, que o produto interno bruto (PIB) cresceu 1,7% nos últimos três meses do ano, quando comparado com igual período de 2012, o que supera a leitura inicial que apontava para uma expansão de 1,6%.
A contribuir para este comportamento do PIB esteve a procura interna, ao crescer 0,1%, depois de, no trimestre anterior ter contraído 1,5%. O destaque vai para o consumo privado, que registou um aumento de 0,6% neste período. E neste segmento, o consumo das famílias aumentou 0,7%, o que corresponde ao primeiro aumento do consumo das famílias desde o último trimestre de 2010.
O consumo público também aumentou 0,1%, contribuindo igualmente para a melhoria da procura interna.
O INE adianta que, em termos de volume, o consumo público registou um crescimento de 0,1%, “associado, em parte, ao impacto do aumento da duração do período normal de trabalho na Administração Pública de 35 para 40 horas semanais, que se traduziu numa redução do deflator da componente de remunerações e, consequentemente, num efeito positivo em volume.”
Já o investimento caiu 1,8% no quarto trimestre, segundo a mesma fonte. Contudo, o ritmo de queda foi menor do que a verificada nos últimos trimestres. A queda do investimento foi de 4,4% no terceiro trimestre do ano e de 2,4% nos últimos três meses de 2012.
No âmbito da 11ª avaliação ao programa de ajustamento de Portugal, o Governo e a troika reviram em alta as estimativas para o crescimento de Portugal este ano, antecipando agora uma expansão de 1,2% em 2014, quando antes antevia um crescimento de 0,8%.
A contribuir para este comportamento do PIB esteve a procura interna, ao crescer 0,1%, depois de, no trimestre anterior ter contraído 1,5%. O destaque vai para o consumo privado, que registou um aumento de 0,6% neste período. E neste segmento, o consumo das famílias aumentou 0,7%, o que corresponde ao primeiro aumento do consumo das famílias desde o último trimestre de 2010.
O consumo público também aumentou 0,1%, contribuindo igualmente para a melhoria da procura interna.
O INE adianta que, em termos de volume, o consumo público registou um crescimento de 0,1%, “associado, em parte, ao impacto do aumento da duração do período normal de trabalho na Administração Pública de 35 para 40 horas semanais, que se traduziu numa redução do deflator da componente de remunerações e, consequentemente, num efeito positivo em volume.”
Já o investimento caiu 1,8% no quarto trimestre, segundo a mesma fonte. Contudo, o ritmo de queda foi menor do que a verificada nos últimos trimestres. A queda do investimento foi de 4,4% no terceiro trimestre do ano e de 2,4% nos últimos três meses de 2012.
No âmbito da 11ª avaliação ao programa de ajustamento de Portugal, o Governo e a troika reviram em alta as estimativas para o crescimento de Portugal este ano, antecipando agora uma expansão de 1,2% em 2014, quando antes antevia um crescimento de 0,8%.
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