O défice das contas públicas de Moçambique deve chegar aos 10,1% e o crescimento da economia deverá ficar-se pelos 6,9%, revisto em baixa da estimativa inicial de 8,1%, prevê a consultora Business Monitor International.
"Baixámos a previsão de crescimento da economia de Moçambique, este ano, de 8,1% para 6,9%, devido aos sinais de que a instabilidade política está a prejudicar o consumo privado", escreve a consultora britânica no relatório sobre o ambiente empresarial no país.
Quanto à análise da situação política, os economistas consideram que o facto de a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), maior partido da oposição, ter confirmado que iria a votos em outubro pode "endurecer a posição do Governo", apesar de considerarem que o movimento terá um resultado fraco nas urnas.
"Baixámos a previsão de crescimento da economia de Moçambique, este ano, de 8,1% para 6,9%, devido aos sinais de que a instabilidade política está a prejudicar o consumo privado", escreve a consultora britânica no relatório sobre o ambiente empresarial no país.
"Esta modesta revisão, e o facto de considerarmos que o crescimento vai novamente acelerar em 2'015, reflete a expectativa de que os efeitos negativos não vão ser nem significantes nem prolongados", escrevem os analistas, que antecipam que o banco central mantenha as taxas de juro nos 8,25% ao longo do ano.
Quanto à análise da situação política, os economistas consideram que o facto de a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), maior partido da oposição, ter confirmado que iria a votos em outubro pode "endurecer a posição do Governo", apesar de considerarem que o movimento terá um resultado fraco nas urnas.
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