Alívio das tensões políticas na Ucrânia suportou recuperação nas bolsas no Velho Continente. Banca ganha com alívio dos juros.
O PSI 20, o principal índice português, avançou hoje 1,82% para os 7.450,26, na primeira sessão de ganhos em quatro sessões. Lisboa alcançou umas das valorizações mais acentuadas entre as praças europeias, com a banca a dar um forte impulso perante descida do risco soberano português.
As acções do BPI dispararam 7% para os 1,81 euros, ao mesmo tempo que BCP e BES somaram ambos mais de 3%, beneficiando da descida dos juros associados à dívida portuguesa na véspera de o IGCP efectuar nova operação de troca de dívida e do aliviar das tensões geopolíticas relativamente à situação ucraniana. Todas as cotadas fecharam em sinal mais.
"O sector financeiro é o destaque da negociação de hoje, a beneficiar de alguma acalmia quanto à crise na Ucrânia, mas também da descida da yield soberana", explicou Gualter Pacheco, trader da GoBulling, à Reuters.
Em mercado secundário, os juros implícitos nas obrigações a 10 anos de Portugal desciam hoje para baixo dos 4,5%, com o reforço da aposta dos investidores internacionais na dívida portuguesa em detrimento da dívida espanhola.
A recuperação na bolsa portuguesa acompanhou a tendência europeia, numa altura em que as acções negociavam em mínimos de um mês. Milão alcançou um melhor registo que Lisboa, subindo 2,46%. O Stoxx 50 avançou 1,4%, em linha com os ganhos nas praças financeiras de Paris e Frankfurt.
A especulação de que o Banco Central Europeu (BCE) vai agir na próxima reunião reforçou um pouco o ânimo dos investidores europeus, depois de o Eurostat ter revelado esta manhã que a taxa de inflação na zona euro desacelerou em Fevereiro, aumentando os riscos de deflação. Segundo Bruxelas, o índice de preços no consumidor ficou nos 0,7% no mês passado, valor revisto em baixa face à primeira estimativa e ao observado em Janeiro.
"Este número, combinado com receios que o resultado em Março seja ainda mais baixo, deverá deixar viva a especulação em torno de um novo corte de taxa por parte do BCE", aludiu Ulrich Leuchtmann, estratega cambial do Commerzbank, à Reuters.
No mercado das divisas, o euro depreciava 0,15% para os 1,38 dólares.
O PSI 20, o principal índice português, avançou hoje 1,82% para os 7.450,26, na primeira sessão de ganhos em quatro sessões. Lisboa alcançou umas das valorizações mais acentuadas entre as praças europeias, com a banca a dar um forte impulso perante descida do risco soberano português.
As acções do BPI dispararam 7% para os 1,81 euros, ao mesmo tempo que BCP e BES somaram ambos mais de 3%, beneficiando da descida dos juros associados à dívida portuguesa na véspera de o IGCP efectuar nova operação de troca de dívida e do aliviar das tensões geopolíticas relativamente à situação ucraniana. Todas as cotadas fecharam em sinal mais.
"O sector financeiro é o destaque da negociação de hoje, a beneficiar de alguma acalmia quanto à crise na Ucrânia, mas também da descida da yield soberana", explicou Gualter Pacheco, trader da GoBulling, à Reuters.
Em mercado secundário, os juros implícitos nas obrigações a 10 anos de Portugal desciam hoje para baixo dos 4,5%, com o reforço da aposta dos investidores internacionais na dívida portuguesa em detrimento da dívida espanhola.
A recuperação na bolsa portuguesa acompanhou a tendência europeia, numa altura em que as acções negociavam em mínimos de um mês. Milão alcançou um melhor registo que Lisboa, subindo 2,46%. O Stoxx 50 avançou 1,4%, em linha com os ganhos nas praças financeiras de Paris e Frankfurt.
A especulação de que o Banco Central Europeu (BCE) vai agir na próxima reunião reforçou um pouco o ânimo dos investidores europeus, depois de o Eurostat ter revelado esta manhã que a taxa de inflação na zona euro desacelerou em Fevereiro, aumentando os riscos de deflação. Segundo Bruxelas, o índice de preços no consumidor ficou nos 0,7% no mês passado, valor revisto em baixa face à primeira estimativa e ao observado em Janeiro.
"Este número, combinado com receios que o resultado em Março seja ainda mais baixo, deverá deixar viva a especulação em torno de um novo corte de taxa por parte do BCE", aludiu Ulrich Leuchtmann, estratega cambial do Commerzbank, à Reuters.
No mercado das divisas, o euro depreciava 0,15% para os 1,38 dólares.
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