Os dados estão relacionados com o inquérito-crime sobre alegados crimes de corrupção, tráfico de influência, prevaricação e branqueamento de capitais na compra de dois submarinos a um consórcio alemão.
Ao fim de oito anos de investigação, num dos casos mais mediáticos e politizados da justiça em Portugal, os resultados agora obtidos não eram aquilo que os procuradores estavam à espera. O DCIAP acreditava que as contas pertenciam a "decisores políticos" alvo de subornos, mas afinal são de três membros do Conselho Superior do Grupo Espírito Santo (GES).
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