Os juros da dívida pública portuguesa no mercado secundário continuam a cair em todos prazos, estando próximos de mínimos de 2010.
Os juros da dívida pública portuguesa, no mercado secundário, estão em queda ligeira em todos os prazos. A dois anos, os juros da dívida recuam 0,1 pontos base para 1,712%, de acordo com as taxas genéricas da Bloomberg.
A cinco anos, as "yields" resvalam 1,9 pontos base para 3,538% e a dez anos a queda é de 2,1 pontos base para 4,667%. Estes valores estão próximos de mínimos de 2010, ano que antecedeu o pedido de ajuda externa português.
O risco de Portugal, que é calculado através da diferença entre a taxa que os investidores exigem para transaccionarem dívida a dez anos de Portugal e da Alemanha - país que é visto como sendo o mais seguro mas que oferece um retorno menor – está também a cair, situando-se nos 302,3 pontos base.
A algumas semanas da saída de Portugal do programa de ajustamento, muito se tem especulado como vai ser o pós-troika: se o País vai pedir um programa cautelar o se vai ter o que, vulgarmente é apelidado, de "saída limpa" à irlandesa.
O Governo já prometeu que antes do ajustamento terminar vai comunicar publicamente qual o caminho que Portugal vai seguir. Esta manhã, o Negócios explica que a "terceira via", hipótese colocada em cima da mesa há algumas semanas, prevê um controlo sobre Portugal, por parte das instâncias europeias, como se existisse um programa cautelar, mas sem dinheiro que um programa desses possibilita.
Por outro lado, no passado dia 5 de Março, João Moreira Rato afirmou que o IGCP, agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, pretende estabelecer "leilões de dívida regulares", com maturidades superiores a cinco anos. Moreira Rato, na altura, não especificou, porém, os montantes ou as datas, afirmando que quer esperar que o mercado de dívida estabilize a taxas de juro mais baixas.
O presidente do IGCP refere-se a emissões de dívida não sindicadas, ou seja, sem o apoio de um sindicato bancário. Na mais recente emissão a 10 anos, por exemplo, Portugal contratou o Barclays, BESI, Citi, Crédit Agricole, Société Générale e RBS para realizar a emissão. Sem este sindicato bancário, as emissões envolvem um maior risco.
A cinco anos, as "yields" resvalam 1,9 pontos base para 3,538% e a dez anos a queda é de 2,1 pontos base para 4,667%. Estes valores estão próximos de mínimos de 2010, ano que antecedeu o pedido de ajuda externa português.
O risco de Portugal, que é calculado através da diferença entre a taxa que os investidores exigem para transaccionarem dívida a dez anos de Portugal e da Alemanha - país que é visto como sendo o mais seguro mas que oferece um retorno menor – está também a cair, situando-se nos 302,3 pontos base.
A algumas semanas da saída de Portugal do programa de ajustamento, muito se tem especulado como vai ser o pós-troika: se o País vai pedir um programa cautelar o se vai ter o que, vulgarmente é apelidado, de "saída limpa" à irlandesa.
O Governo já prometeu que antes do ajustamento terminar vai comunicar publicamente qual o caminho que Portugal vai seguir. Esta manhã, o Negócios explica que a "terceira via", hipótese colocada em cima da mesa há algumas semanas, prevê um controlo sobre Portugal, por parte das instâncias europeias, como se existisse um programa cautelar, mas sem dinheiro que um programa desses possibilita.
Por outro lado, no passado dia 5 de Março, João Moreira Rato afirmou que o IGCP, agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, pretende estabelecer "leilões de dívida regulares", com maturidades superiores a cinco anos. Moreira Rato, na altura, não especificou, porém, os montantes ou as datas, afirmando que quer esperar que o mercado de dívida estabilize a taxas de juro mais baixas.
O presidente do IGCP refere-se a emissões de dívida não sindicadas, ou seja, sem o apoio de um sindicato bancário. Na mais recente emissão a 10 anos, por exemplo, Portugal contratou o Barclays, BESI, Citi, Crédit Agricole, Société Générale e RBS para realizar a emissão. Sem este sindicato bancário, as emissões envolvem um maior risco.
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