As taxas de juros implícitas nas obrigações portuguesas estão a descer e a renovar mínimos de Maio de 2010, nos prazos a cinco e 10 anos.
A taxa de juro implícita nas obrigações a dois anos está a descer 4,1 pontos base para 1,672%, de acordo com as taxas de juro genéricas fornecidas pela Bloomberg.
Já as taxas de maior prazo estão a recuar para mínimos de 2010. A “yield” a cinco anos recua 10,8 pontos para 3,450% e a taxa a 10 anos cede 11,2 pontos para 4,576%, em ambos os casos recuando assim para níveis de Maio de 2010.
Esta descida surge num dia em que o Goldman Sachs emitiu uma nota onde revela que considera que as obrigações portuguesas estão mais atractivas do que as irlandesas.
As taxas de juro mantêm assim a tendência de queda registada nos últimos dias e acompanha a evolução que se verifica entre os países periféricos.
A descida dos juros aponta para uma normalização do mercado de dívida, depois de um início de semana conturbado devido à crise na Ucrânia. Na segunda-feira, 3 de Março, as taxas de juro subiram e as bolsas mundiais afundaram.
Com o acalmar dos ânimos, a negociação bolsista regressou à normalidade.
Já as taxas de maior prazo estão a recuar para mínimos de 2010. A “yield” a cinco anos recua 10,8 pontos para 3,450% e a taxa a 10 anos cede 11,2 pontos para 4,576%, em ambos os casos recuando assim para níveis de Maio de 2010.
Esta descida surge num dia em que o Goldman Sachs emitiu uma nota onde revela que considera que as obrigações portuguesas estão mais atractivas do que as irlandesas.
As taxas de juro mantêm assim a tendência de queda registada nos últimos dias e acompanha a evolução que se verifica entre os países periféricos.
A descida dos juros aponta para uma normalização do mercado de dívida, depois de um início de semana conturbado devido à crise na Ucrânia. Na segunda-feira, 3 de Março, as taxas de juro subiram e as bolsas mundiais afundaram.
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