sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Sonaecom perde 12% fora do PSI-20, Teixeira Duarte ganha 7% com anúncio de entrada



Uma semana depois do anúncio de que iam entrar em bolsa, a Teixeira Duarte e a Impresa ganharam terreno. Os CTT caíram ligeiramente, dado que já se esperava a sua ascensão. Por sua vez, a Sonaecom e a Sonae Indústria caíram com o sinal de saída do PSI-20. A Cofina avançou ligeiramente, dado que já se esperava a sua despromoção.
A Sonaecom perdeu 12% do seu valor na última semana, os cinco dias em que já negociou fora do principal índice da Bolsa de Lisboa.

A antiga proprietária da Optimus vai continuar cotada em bolsa, mas está menos exposta a investidores, dado que deixou de integrar o PSI-20. A gestora da praça nacional, a Euronext, optou por retirá-la do índice, tendo em conta que nas mãos de investidores particulares encontra-se menos de 10% do seu capital, depois da oferta pública de aquisição lançada pela própria Sonaecom aos títulos dispersos pelos minoritários.

A Sonaecom, que negociava nos 2,235 euros na semana passada, terminou a sessão desta sexta-feira nos 1,97 euros. A desvalorização é de 12% e empurra os títulos para cotações que não se verificavam desde Setembro de 2013.

A empresa já saiu do PSI-20 mas, a 21 de Março, outras duas empresas vão deixar o principal escalão do mercado bolsista nacional, conforme anunciou a Euronext na semana passada: a Sonae Indústria e a Cofina. A primeira, ligada a Belmiro de Azevedo, também recuou. Numa semana, passou dos 86,6 cêntimos para os 79,5 cêntimos. É um recuo de 8,2%. Os primeiros dois dias da semana foram os mais negativos, com deslizes superiores a 4% (foram, também, aqueles em que houve mais troca de acções entre investidores). Mas, das cinco sessões da semana, apenas um foi encerrado em alta.

A Cofina, pelo contrário, negociou sem grandes variações, tendo aliás acumulado um saldo ligeiramente positivo, já que o fecho nos 62,5 cêntimos compara com os 62,4 cêntimos da semana anterior. A saída do índice já era esperada desde que foram anunciadas as novas regras, ainda em 2013.

A empresa já saiu do PSI-20 mas, a 21 de Março, outras duas empresas vão deixar o principal escalão do mercado bolsista nacional, conforme anunciou a Euronext na semana passada: a Sonae Indústria e a Cofina. A primeira, ligada a Belmiro de Azevedo, também recuou. Numa semana, passou dos 86,6 cêntimos para os 79,5 cêntimos. É um recuo de 8,2%. Os primeiros dois dias da semana foram os mais negativos, com deslizes superiores a 4% (foram, também, aqueles em que houve mais troca de acções entre investidores). Mas, das cinco sessões da semana, apenas um foi encerrado em alta.

A Cofina, pelo contrário, negociou sem grandes variações, tendo aliás acumulado um saldo ligeiramente positivo, já que o fecho nos 62,5 cêntimos compara com os 62,4 cêntimos da semana anterior. A saída do índice já era esperada desde que foram anunciadas as novas regras, ainda em 2013.

Teixeira Duarte marca subida de 7%, Impresa em máximos de 2010

Em substituição destas empresas vão entrar outras três para o PSI-20, a 24 de Março (até lá, o índice negoceia com apenas 19 cotadas, já que a Sonaecom foi excluída logo nesta segunda-feira): os CTT, a Teixeira Duarte e a Impresa.

Os Correios de Portugal alcançaram, esta semana, a cotação mais elevada desde que se estrearam em bolsa, a 5 de Dezembro. Chegaram a tocar nos 7,49 euros. Contudo, o saldo final foi negativo. Se na sexta-feira passada tinham fechado nos 7,36 euros, esta sexta-feira a cotação final foi de 7,30 euros. Um deslize inferior a 1% que se justifica pelo facto de, desde que entraram para o mercado de capitais, os CTT serem apontados como candidatos à integração no PSI-20. Estar no índice é visto como positivo pelos operadores, tendo em conta que as empresas tornam-se mais visíveis e são, até, adquiridas por fundos que replicam os índices nacionais.

Por sua vez, a Teixeira Duarte já beneficiou do anúncio e ascendeu dos 1,02 aos 1,09 euros. A valorização, de 6,8%, foi consolidada logo na segunda-feira, tendo em conta que nesse dia ganhou 10%, uma valorização depois atenuada ao longo da semana.

A Impresa também retirou um momento positivo da indicação de que seria uma das 20 empresas do índice PSI-20. O ganho foi de 3,3% (de 1,52 para 1,57 euros) mas foi suficiente para que a dona da SIC tocasse nos valores mais elevados desde Setembro de 2010.

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