As rendibilidades pedidas pelos investidores para trocar dívida portuguesa estão a cair em todos os prazos, ao contrário do que acontece nos restantes mercados europeus.
Os investidores continuam a reduzir a pressão sobre a dívida portuguesa. A taxa de juro associada às obrigações nacionais a dez anos está a deslizar e mantém-se sem ultrapassar a fasquia dos 5%.
A taxa de rendibilidade pedida pelos investidores, que evolui ao contrário do preço, está a cair 3,3 pontos base no mercado secundário, fixando-se nos 4,893%. Esta taxa tem vindo a marcar uma tendência descendente nos últimos meses, estando há seis sessões consecutivas sem tocar na barreira dos 5%. Era nestes valores que a taxa variava em Junho de 2010, ainda antes do pedido de resgate.
O comportamento de descida é sentido esta segunda-feira, 24 de Fevereiro, em praticamente todos os prazos. A “yield” a dois anos segue a perder 6,2 pontos para 2,268%. A cinco anos, a queda é muito ligeira, de 0,07 pontos base, para 3,827%.
Portugal tem vindo a verificar um alívio no mercado de dívida, acompanhando aquilo que acontece um pouco por toda a Europa, com uma menor pressão sobre os países que sofreram com a crise da dívida. Nesta sessão, o desempenho português é o oposto ao de países como Itália, França e Alemanha, em que os juros estão a avançar. Apenas Espanha apresenta um comportamento misto, com deslizes das taxas de juro nos prazos mais curtos.
A dívida nacional continua, contudo, a ser classificada como um investimento especulativo pelas agências de “rating”, embora venha a receber elogios por parte destas entidades. Neste momento, aproxima-se o final do programa de ajustamento económico e financeiro, marcado para 17 de Maio, altura em que terá de conseguir financiar-se sozinho, sem ajuda de investidores externos. Em causa está se esse percurso será feito de uma forma "limpa" (sem qualquer ajuda) ou através de uma linha cautelar (um crédito a utilizar quando necessário).
A taxa de rendibilidade pedida pelos investidores, que evolui ao contrário do preço, está a cair 3,3 pontos base no mercado secundário, fixando-se nos 4,893%. Esta taxa tem vindo a marcar uma tendência descendente nos últimos meses, estando há seis sessões consecutivas sem tocar na barreira dos 5%. Era nestes valores que a taxa variava em Junho de 2010, ainda antes do pedido de resgate.
O comportamento de descida é sentido esta segunda-feira, 24 de Fevereiro, em praticamente todos os prazos. A “yield” a dois anos segue a perder 6,2 pontos para 2,268%. A cinco anos, a queda é muito ligeira, de 0,07 pontos base, para 3,827%.
Portugal tem vindo a verificar um alívio no mercado de dívida, acompanhando aquilo que acontece um pouco por toda a Europa, com uma menor pressão sobre os países que sofreram com a crise da dívida. Nesta sessão, o desempenho português é o oposto ao de países como Itália, França e Alemanha, em que os juros estão a avançar. Apenas Espanha apresenta um comportamento misto, com deslizes das taxas de juro nos prazos mais curtos.
A dívida nacional continua, contudo, a ser classificada como um investimento especulativo pelas agências de “rating”, embora venha a receber elogios por parte destas entidades. Neste momento, aproxima-se o final do programa de ajustamento económico e financeiro, marcado para 17 de Maio, altura em que terá de conseguir financiar-se sozinho, sem ajuda de investidores externos. Em causa está se esse percurso será feito de uma forma "limpa" (sem qualquer ajuda) ou através de uma linha cautelar (um crédito a utilizar quando necessário).
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