A bolsa nacional não resistiu às quedas dos pesos-pesados e fechou a desvalorizar, acompanhando assim a tendência que vigorou entre os principais índices europeus. Apesar da evolução negativa, a sessão foi marcada por máximos entre os bancos.
O PSI-20 desceu 0,49% para 7.227,83 pontos, com 14 acções em queda, cinco em alta e uma inalterada. Entre os congéneres europeus a tendência foi igualmente de queda, com os investidores a reflectirem nos índices a divulgação de um indicador económico divulgado esta terça-feira, 18 de Fevereiro, na Alemanha. O índice de confiança dos investidores alemães caiu mais do que o esperado, o que gerou algum refreio entre os ânimos dos investidores.
A contribuir para a queda do principal índice nacional esteve o BCP, que cedeu 1,73% para 0,193 euros, apesar de ter chegado a tocar nos 0,1989 euros, o que corresponde ao valor mais elevado desde Julho de 2011. Contudo, o banco liderado por Nuno Amado não conseguir manter-se em terreno positivo e fechou em queda, contrariando a tendência que imperou no sector nacional.
A marcar a sessão esteve a notícia de que o BCP está a preparar a primeira emissão de dívida não garantida desde 2010. O banco liderado por Nuno Amado mandatou cinco bancos de investimento para avaliar o interesse dos investidores numa eventual emissão de dívida obrigacionista não garantida pelo Estado.
O BES fechou a avançar 1,31% para 1,388 euros, tendo também tocado no valor mais elevado desde Agosto de 2011, ao negociar nos 1,44 euros. O BPI também apreciou 1,47% para 1,72 euros, tendo tocado nos 1,75 euros, o que representa o nível mais alto desde Abril de 2010.
O ESFG também subiu 1,53% para 4,914 euros, enquanto o Banif fechou estável nos 0,012 euros.
A contribuir a subida da banca nacional esteve a queda das taxas de juro da dívida portuguesa, que continuam a aliviar nos mercados internacionais, tocando em mínimos de Junho de 2010.
Mas as quedas da Jerónimo Martins e da EDP acabaram por ditar a descida da bolsa. A dona dos supermercados Pingo Doce depreciou 1,99% para 12,82 euros. Uma tendência acompanhada pela rival Sonae SGPS, que cedeu 0,55% para 1,258 euros. Já a eléctrica nacional depreciou 0,89% para 2,904 euros.
Ainda no sector da energia, a EDP Renováveis recuou 0,66% para 4,531 euros e a Galp Energia
perdeu 0,34% para 11,77 euros.
A contribuir para a queda do principal índice nacional esteve o BCP, que cedeu 1,73% para 0,193 euros, apesar de ter chegado a tocar nos 0,1989 euros, o que corresponde ao valor mais elevado desde Julho de 2011. Contudo, o banco liderado por Nuno Amado não conseguir manter-se em terreno positivo e fechou em queda, contrariando a tendência que imperou no sector nacional.
A marcar a sessão esteve a notícia de que o BCP está a preparar a primeira emissão de dívida não garantida desde 2010. O banco liderado por Nuno Amado mandatou cinco bancos de investimento para avaliar o interesse dos investidores numa eventual emissão de dívida obrigacionista não garantida pelo Estado.
O BES fechou a avançar 1,31% para 1,388 euros, tendo também tocado no valor mais elevado desde Agosto de 2011, ao negociar nos 1,44 euros. O BPI também apreciou 1,47% para 1,72 euros, tendo tocado nos 1,75 euros, o que representa o nível mais alto desde Abril de 2010.
O ESFG também subiu 1,53% para 4,914 euros, enquanto o Banif fechou estável nos 0,012 euros.
A contribuir a subida da banca nacional esteve a queda das taxas de juro da dívida portuguesa, que continuam a aliviar nos mercados internacionais, tocando em mínimos de Junho de 2010.
Mas as quedas da Jerónimo Martins e da EDP acabaram por ditar a descida da bolsa. A dona dos supermercados Pingo Doce depreciou 1,99% para 12,82 euros. Uma tendência acompanhada pela rival Sonae SGPS, que cedeu 0,55% para 1,258 euros. Já a eléctrica nacional depreciou 0,89% para 2,904 euros.
Ainda no sector da energia, a EDP Renováveis recuou 0,66% para 4,531 euros e a Galp Energia
perdeu 0,34% para 11,77 euros.
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