A bolsa nacional ganhou terreno pelo terceiro dia, num dia de máximos para várias empresas. A Europa voltou a ganhar terreno, mantendo-se em torno dos valores mais elevados dos últimos seis anos.
O principal índice da Bolsa de Lisboa continua a ganhar terreno. Há três sessões a avançar, o PSI-20 somou hoje 0,47% para os 7.341,93 pontos. É a pontuação de fecho mais elevada desde Julho de 2011, ou seja, há dois anos e meio.
Fevereiro tem sido um mês positivo para o índice nacional. Em 17 sessões, 11 foram de ganhos. Neste mês, o PSI-20 acumula uma valorização de 9,6%.
As bolsas europeias marcaram um avanço mais ligeiro que o PSI-20, 0,1%, numa altura em que continuam em torno de um máximo superior a seis anos. As preocupações com o crescimento na China, que poderá ser afectado por problemas no mercado imobiliário, e os resultados aquém do esperado de grandes empresas europeias foram os responsáveis por um avanço tímido.
No que diz respeito à Zona Euro, a Comissão Europeia revelou as previsões de Inverno, em que antecipa um crescimento de 1,2% na união monetária. As estimativas para Portugal foram mantidas, mas é expectável que a previsão para 2014 venha a apontar para uma expansão do produto interno bruto superior a 1%.
Em Lisboa, a subida justificou-se, sobretudo, pelo Grupo EDP. Há cinco sessões consecutivas a ganhar, a eléctrica somou esta terça-feira 1,22% para encerrar nos 3,059 euros, uma cotação inédita desde Janeiro de 2010. O Espírito Santo Investment Banking elevou a recomendação que atribui à eléctrica liderada por António Mexia de “manter” para “comprar”.
A EDP Renováveis também esteve em alta, ao terminar nos 4,76 euros, reflexo de uma subida de 0,85%. A companhia liderada por João Manso Neto atingiu um máximo desde Janeiro de 2012 um dia antes de apresentar os resultados relativos a 2013. O Millennium ib melhorou a avaliação que faz aos títulos da Renováveis.
Sonae em máximo de seis anos
A puxar por Lisboa também se destacou o sector do retalho. A Jerónimo Martins, na sessão antes de apresentar contas relativas a 2013, somou 0,85% para 13,01 euros.
A Sonae SGPS terminou os 1,321 euros, com um avanço de 2,8%, terminando no valor mais elevado desde o início de 2008, há mais de seis anos.
Banca mista
A banca fechou com uma tendência mista. O BCP mantém-se em torno dos 20 cêntimos mas sem os alcançar. Esta terça-feira, o banco sob o comando de Nuno Amado fechou nos 19,64 cêntimos, graças a uma subida de 0,26%. O BPI ganhou 0,94% para 1,724 euros.
Em sentido inverso, fechou o BES, com uma quebra de 0,58% para 1,38 euros, sendo que a “holding” que o controla, o ESFG, caiu uns ligeiros 0,04% para 4,82 euros. O Banif terminou inalterado em 1,17 cêntimos.
Zon em queda, PT em alta
As telecomunicações também encerraram divididas. A Portugal Telecom somou 0,95% para terminar o dia nos 3,288 euros. Já a Zon Optimus deslizou 1,02% a negociar nos 5,345 euros. A Sonaecom, que já não se encontra no PSI-20, cedeu 3,23% para 2,10 euros.
Em destaque no PSI-20 esteve a Altri. A companhia detida por Paulo Fernandes (detentor da Cofina, que é proprietária do Negócios) avançou 3,06% para fechar em 2,866 euros tendo, durante a sessão, tocado no valor mais elevado desde Setembro de 2007.
Nota ainda para a Mota-Engil, que se valorizou 1,95% e encerrou em 5,137 euros, a cotação mais elevada desde que as acções deixaram de dar direito a ser-se accionista da subsidiária africana.
Fevereiro tem sido um mês positivo para o índice nacional. Em 17 sessões, 11 foram de ganhos. Neste mês, o PSI-20 acumula uma valorização de 9,6%.
As bolsas europeias marcaram um avanço mais ligeiro que o PSI-20, 0,1%, numa altura em que continuam em torno de um máximo superior a seis anos. As preocupações com o crescimento na China, que poderá ser afectado por problemas no mercado imobiliário, e os resultados aquém do esperado de grandes empresas europeias foram os responsáveis por um avanço tímido.
No que diz respeito à Zona Euro, a Comissão Europeia revelou as previsões de Inverno, em que antecipa um crescimento de 1,2% na união monetária. As estimativas para Portugal foram mantidas, mas é expectável que a previsão para 2014 venha a apontar para uma expansão do produto interno bruto superior a 1%.
Em Lisboa, a subida justificou-se, sobretudo, pelo Grupo EDP. Há cinco sessões consecutivas a ganhar, a eléctrica somou esta terça-feira 1,22% para encerrar nos 3,059 euros, uma cotação inédita desde Janeiro de 2010. O Espírito Santo Investment Banking elevou a recomendação que atribui à eléctrica liderada por António Mexia de “manter” para “comprar”.
A EDP Renováveis também esteve em alta, ao terminar nos 4,76 euros, reflexo de uma subida de 0,85%. A companhia liderada por João Manso Neto atingiu um máximo desde Janeiro de 2012 um dia antes de apresentar os resultados relativos a 2013. O Millennium ib melhorou a avaliação que faz aos títulos da Renováveis.
Sonae em máximo de seis anos
A puxar por Lisboa também se destacou o sector do retalho. A Jerónimo Martins, na sessão antes de apresentar contas relativas a 2013, somou 0,85% para 13,01 euros.
A Sonae SGPS terminou os 1,321 euros, com um avanço de 2,8%, terminando no valor mais elevado desde o início de 2008, há mais de seis anos.
Banca mista
A banca fechou com uma tendência mista. O BCP mantém-se em torno dos 20 cêntimos mas sem os alcançar. Esta terça-feira, o banco sob o comando de Nuno Amado fechou nos 19,64 cêntimos, graças a uma subida de 0,26%. O BPI ganhou 0,94% para 1,724 euros.
Em sentido inverso, fechou o BES, com uma quebra de 0,58% para 1,38 euros, sendo que a “holding” que o controla, o ESFG, caiu uns ligeiros 0,04% para 4,82 euros. O Banif terminou inalterado em 1,17 cêntimos.
Zon em queda, PT em alta
As telecomunicações também encerraram divididas. A Portugal Telecom somou 0,95% para terminar o dia nos 3,288 euros. Já a Zon Optimus deslizou 1,02% a negociar nos 5,345 euros. A Sonaecom, que já não se encontra no PSI-20, cedeu 3,23% para 2,10 euros.
Em destaque no PSI-20 esteve a Altri. A companhia detida por Paulo Fernandes (detentor da Cofina, que é proprietária do Negócios) avançou 3,06% para fechar em 2,866 euros tendo, durante a sessão, tocado no valor mais elevado desde Setembro de 2007.
Nota ainda para a Mota-Engil, que se valorizou 1,95% e encerrou em 5,137 euros, a cotação mais elevada desde que as acções deixaram de dar direito a ser-se accionista da subsidiária africana.
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