Taxa a 10 anos renova mínimos de Junho de 2010, a beneficiar de maior estabilidade política e de crescimento na zona euro.
PSI 20 (1,83%)A bolsa nacional mantinha os ganhos acentuados desde o início da manhã. A alimentar a pressão compradora em Lisboa está sobretudo o sector da banca, onde BES e BPI disparavam, beneficiando da queda do risco de Portugal em mercado secundário de dívida. A PT também dá forte impulso ao índice antes de prestar contas na próxima quarta (analistas esperam aumento de 42% dos lucros).
FTSE MIB (0,3%)Depois da melhor semana em 2014, as ações europeias mantinham hoje a tendência positiva É o sector das telecomunicações e mineiro que dá força às bolsas no Velho Continente, de onde se destaca a praça milanesa, que seguia em alta acentuada após o presidente italiano ter formalizado o convite para Matteo Renzi formar governo no país.
S&P 500O mercado norte-americano está hoje encerrado devido à comemoração do Dia do Presidente.
Taxa a 10 anos 4,823% (-0,118)O risco de Portugal está hoje em forte queda, em linha com a tendência de alívio nos mercados da periferia. Há fortes razões para isso: recuperação económica na região do euro (incluindo Portugal, Espanha e Itália) e estabilização do ambiente político em Itália ajudam a melhorar perceção do risco destes países.
Euro 1,37$ (0,08%)Uma sondagem da Bloomberg junto de 38 economistas não podia ser mais incerta: metade acredita que Draghi vai agir na próxima reunião mensal de política monetária do BCE, outra metade não espera novidades. Com isso o euro negoceia inalterado pelo segundo dia contra a nota verde. Já a libra cai de máximos de quatro anos face ao dólar antes de relatórios sobre a inflação (os economistas esperam uma evolução inalterada dos preços) e vendas a retalho (expectativa de quebra).
Ouro 1.327,25 (0,65%)Mantém-se o ‘rally' nos metais preciosos, com o ouro a subir para o nível mais elevado dos últimos três meses. A maior parte das matérias-primas negoceia em alta, com nota ainda para o gás natural (medido em unidades térmicas britânicas), que registava a maior valorização face às perspetivas de maior procura nos EUA.
PSI 20 (1,83%)A bolsa nacional mantinha os ganhos acentuados desde o início da manhã. A alimentar a pressão compradora em Lisboa está sobretudo o sector da banca, onde BES e BPI disparavam, beneficiando da queda do risco de Portugal em mercado secundário de dívida. A PT também dá forte impulso ao índice antes de prestar contas na próxima quarta (analistas esperam aumento de 42% dos lucros).
FTSE MIB (0,3%)Depois da melhor semana em 2014, as ações europeias mantinham hoje a tendência positiva É o sector das telecomunicações e mineiro que dá força às bolsas no Velho Continente, de onde se destaca a praça milanesa, que seguia em alta acentuada após o presidente italiano ter formalizado o convite para Matteo Renzi formar governo no país.
S&P 500O mercado norte-americano está hoje encerrado devido à comemoração do Dia do Presidente.
Taxa a 10 anos 4,823% (-0,118)O risco de Portugal está hoje em forte queda, em linha com a tendência de alívio nos mercados da periferia. Há fortes razões para isso: recuperação económica na região do euro (incluindo Portugal, Espanha e Itália) e estabilização do ambiente político em Itália ajudam a melhorar perceção do risco destes países.
Euro 1,37$ (0,08%)Uma sondagem da Bloomberg junto de 38 economistas não podia ser mais incerta: metade acredita que Draghi vai agir na próxima reunião mensal de política monetária do BCE, outra metade não espera novidades. Com isso o euro negoceia inalterado pelo segundo dia contra a nota verde. Já a libra cai de máximos de quatro anos face ao dólar antes de relatórios sobre a inflação (os economistas esperam uma evolução inalterada dos preços) e vendas a retalho (expectativa de quebra).
Ouro 1.327,25 (0,65%)Mantém-se o ‘rally' nos metais preciosos, com o ouro a subir para o nível mais elevado dos últimos três meses. A maior parte das matérias-primas negoceia em alta, com nota ainda para o gás natural (medido em unidades térmicas britânicas), que registava a maior valorização face às perspetivas de maior procura nos EUA.
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