O PSI-20 foi impulsionado essencialmente pelo Grupo EDP, que encerrou em novos máximos, e pelos fortes ganhos da banca.
O principal índice da bolsa nacional subiu 1,10% para os 7.307,70 pontos, com 16 empresas em alta e três em queda. No resto da Europa, o sentimento é maioritariamente positivo, com excepção para o índice grego, que cede quase 3%.
Por cá, a EDP somou 1,07% para os 3,022 euros, encerrando no valor mais elevado de Janeiro de 2010. Já a EDP Renováveis tocou máximos de Janeiro de 2012 nos 4,72 euros, com um ganho de 1,70%.
O Caixa BI emitiu uma nota de análise a que o Negócios teve acesso, onde revela que, em 2013, a EDP Renováveis deverá ter obtido receitas no valor de 1.349 milhões de euros, um crescimento de 5% face ao ano anterior, e um resultado líquido de 129 milhões de euros, mais 2% do que em 2012.
Em destaque pela positiva esteva também o sector financeiro, com o BES a avançar 2,97% para 1,388 euros. O BPI avançou 2,52% para 1,708 euros e o BCP subiu 1,29% para 0,1959 euros.
No restante sector energético, a Galp Energia somou 0,97% para os 12,025 euros.
Nas telecomunicações, a Portugal Telecom também impulsionou com uma valorização de 0,77% para os 3,257 euros. Já a Zon Optimus cedeu 0,18% para 5,40 euros enquanto a Sonaecom, que a partir desta segunda-feira não negoceia no PSI-20, desvaloriza 2,91% para 2,17 euros.
No retalho, a Jerónimo Martins travou maiores ganhos com uma queda de 1% para 12,90 euros e a Sonae, que esta manhã chegou a negociar nos 1,30 euros – o valor mais elevado desde 2008 – somou 0,39% para 1,285 euros.
Já duas empresas que vão passar a integrar o PSI-20 a partir do dia 24 de Março também, tocaram máximos.
Os CTT, a Teixeira Duarte e a Impresa sobem ao principal índice da bolsa portuguesa substituindo a Cofina, a Sonae Indústria e a Sonaecom.
A Impresa, dona da SIC e do "Expresso", avançou 3,29% para 1,57 euros. Contudo, a empresa liderada por Pedro Norton chegou a subir 5,26% para 1,60 euros (o valor mais elevado desde Setembro de 2010).
Os CTT ganharam 0,82% para os 7,42 euros, o valor mais elevado desde a sua entrada em bolsa em Dezembro do ano passado.
Por cá, a EDP somou 1,07% para os 3,022 euros, encerrando no valor mais elevado de Janeiro de 2010. Já a EDP Renováveis tocou máximos de Janeiro de 2012 nos 4,72 euros, com um ganho de 1,70%.
O Caixa BI emitiu uma nota de análise a que o Negócios teve acesso, onde revela que, em 2013, a EDP Renováveis deverá ter obtido receitas no valor de 1.349 milhões de euros, um crescimento de 5% face ao ano anterior, e um resultado líquido de 129 milhões de euros, mais 2% do que em 2012.
Em destaque pela positiva esteva também o sector financeiro, com o BES a avançar 2,97% para 1,388 euros. O BPI avançou 2,52% para 1,708 euros e o BCP subiu 1,29% para 0,1959 euros.
No restante sector energético, a Galp Energia somou 0,97% para os 12,025 euros.
Nas telecomunicações, a Portugal Telecom também impulsionou com uma valorização de 0,77% para os 3,257 euros. Já a Zon Optimus cedeu 0,18% para 5,40 euros enquanto a Sonaecom, que a partir desta segunda-feira não negoceia no PSI-20, desvaloriza 2,91% para 2,17 euros.
No retalho, a Jerónimo Martins travou maiores ganhos com uma queda de 1% para 12,90 euros e a Sonae, que esta manhã chegou a negociar nos 1,30 euros – o valor mais elevado desde 2008 – somou 0,39% para 1,285 euros.
Já duas empresas que vão passar a integrar o PSI-20 a partir do dia 24 de Março também, tocaram máximos.
Os CTT, a Teixeira Duarte e a Impresa sobem ao principal índice da bolsa portuguesa substituindo a Cofina, a Sonae Indústria e a Sonaecom.
A Impresa, dona da SIC e do "Expresso", avançou 3,29% para 1,57 euros. Contudo, a empresa liderada por Pedro Norton chegou a subir 5,26% para 1,60 euros (o valor mais elevado desde Setembro de 2010).
Os CTT ganharam 0,82% para os 7,42 euros, o valor mais elevado desde a sua entrada em bolsa em Dezembro do ano passado.
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