A casa de investimento reviu em baixa as estimativas de resultados para os próximos anos, o que teve impacto na avaliação da empresa de energias renováveis. O novo preço-alvo está 4% abaixo do actual valor das acções.
O Goldman Sachs reviu em baixa a avaliação da EDP Renováveis de 5,30 euros para 5,10 euros, um valor que corresponde a um potencial de desvalorização de 4,37% face ao actual preço das acções (5,333 euros), de acordo com uma nota de research a que o Negócios teve acesso. A recomendação foi mantida em "neutral".
"As nossas estimativas de resultados por acções para 2016-2018 foram cortadas em 16%, 15% e 14%", revela o analista Manuel Losa na nota de análise.
"O nosso preço-alvo é baseado numa combinação de 50:50 da avaliação da soma das partes, de 4,90 euros, e da avaliação do múltiplo de EV/EBITDA [valor da empresa sobre o EBITDA] de 5,40 euros", explica a nota. A avaliação da soma das partes "inclui 1,7 mil milhões de euros de vendas a um prémio de 30% face a avaliação" da casa de investimento, o que fica "em linha com o histórico da EDP Renováveis".
A casa de investimento adianta que, do lado dos riscos "positivos" estão alienações a um prémio superior à avaliação feita pela Goldman Sachs. Já do lado oposto está "nova intervenção do Governo", bem como alienações a um valor mais baixo do que o avaliado.
As acções da empresa liderada por Manso Neto (na foto) seguem a perder 0,50% para 5,333 euros.
"As nossas estimativas de resultados por acções para 2016-2018 foram cortadas em 16%, 15% e 14%", revela o analista Manuel Losa na nota de análise.
"O nosso preço-alvo é baseado numa combinação de 50:50 da avaliação da soma das partes, de 4,90 euros, e da avaliação do múltiplo de EV/EBITDA [valor da empresa sobre o EBITDA] de 5,40 euros", explica a nota. A avaliação da soma das partes "inclui 1,7 mil milhões de euros de vendas a um prémio de 30% face a avaliação" da casa de investimento, o que fica "em linha com o histórico da EDP Renováveis".
A casa de investimento adianta que, do lado dos riscos "positivos" estão alienações a um prémio superior à avaliação feita pela Goldman Sachs. Já do lado oposto está "nova intervenção do Governo", bem como alienações a um valor mais baixo do que o avaliado.
As acções da empresa liderada por Manso Neto (na foto) seguem a perder 0,50% para 5,333 euros.
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